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Visões II

De tudo, ao meu amor serei atento

Mostrei essa estrada de descontento

Floresta negra do sul da Alemanha

Todas essas façanhas humanas.


Sociedade andas desajeitada

Achando que és a perfeita e derradeira

Cada passo que tu dás espalha a escrotidão pela alameda

Escondo-me nos arbustos frios, torcendo pela tua queda


Vejo como um monstro, sem a noção do seu existir

Sem o pensar de suas ações, mas o questiona dos outros.

Está montada a galope

Teu cavalo incoerência

Suas cavalgadas marcam a terra.


Eu e Dante, atrás delas, com medo de andar.

Tentamos tirar as pegadas da fera.


Cada minuto que passa, a angústia e a coragem me atormentam.

Volto a floresta que foi dominada pela escuridão

Mas vem um pequeno clarão…

  • És tu!?

  • Ó travesti, me cedes tua pele?

Arrancou a epiderme com sangue 

Pronto!

Tudo se triplicou! Angústia,dúvida,coragem,alegria

Tudo o que todo imperador sente ao sentar no trono. 

Mas com a tristeza que digo

O abismo caiu sobre o outro abismo.





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