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Vidas vividas por Fausto Modigliani ( Conto IV)

 

Eu nunca sonhei com você


E quando eu lhe telefonei, desliguei, foi engano

O seu nome, não sei


Eu nunca quis tê-la ao meu lado


E quando eu me apaixonei

Não passou de ilusão, o seu nome rasguei


E quando você me envolver

Nós seus braços serenos, eu vou me render

Mas teus olhos morenos me causam mais medo

Que um raio de Sol


Burro, é isso que consigo falar de você, um burro, depois um tiro veio em minha direção em todos aqueles problemas que foram jogados no lixo voltaram de forma inquieta, mas sabe o problema? Esse furacão que passou diante de mim, de nós, seus beijos macios, sua pele maravilhosa, seus cabelos 2B lindíssimo em meu rosto e tua mão em meu peito, me dera a calma necessária.


IDIOTA.


Você acreditou em tudo nisso, tudo tem significado, era mentira, ilusão, foi isso que ela falou a você, menti tudo, mas anseio a tua volta e


Quando você passar por mi


E me olhar com indiferença


Deixar cair o seu lencinho perfumado


Para que eu possa enxugar as minhas lágrimas


Duncan, que horrível, queria esquecer tudo, esquecer as tensões que passamos, os prazeres, houve prazeres, TENHO certeza que ainda e não esquecerás, me atormenta tudo isso não consigo esquecer


Você foi embora falando que eu era até gente boa

Lembro as toalhas molhadas no chão


Tudo o que a gente fez, mas eu me sinto um cinzeiro repleto das pontas que você deixou, você saiu dando tchau, brincou que ao meu lado era o tal, fiquei pendurado no adeus como um velho avental. E foi lá voltara sua vida de forma “tranquila” e também, na superfície tudo paz e diante de nós, em nossas mentes o Kaos.


QUE DESGRAÇA.

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